sábado, 8 de novembro de 2014

Blitz

Compartilhe no WhatsApp 30 anos
Interna
No repertório sucessos eternos como Weekend, Você Não Soube Me Amar, Beth Frígida, Geme Geme e Dois Passos do Paraíso. Composta por Evandro Mesquita (vocal, guitarra e violão), Billy Forghieri (teclados), Juba (bateria), Rogério Meanda (guitarra), Cláudia Niemeyer (baixo), Andrea Coutinho (backing vocal) e Nicole Cyrne (backing vocal) e antenados com a modernidade, o caldeirão Blitz continua fervendo com o rock, o pop, o reggae, o samba, o blues e as letras que retratam com humor as crônicas do cotidiano. SERVIÇO:
Teatro Bradesco São Paulo
Bourbon Shopping – Rua Turiassú, 2100 – São Paulo/SP
Dia 15 de Novembro às 21:30hs.
Ingressos: www.ingresso.com ou pelo telefone 40031212




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domingo, 19 de outubro de 2014

Roupa Nova

Teatro Bradesco: 30 e 31/10

Interna

Com mais de 30 anos de carreira, dezenas de sucessos lançados, uma agenda de shows lotada por todo o Brasil o ROUPA NOVA se apresenta em grande estilo.

Formada por Cleberson Horsth, Paulinho, Ricardo Feghali, Nando, Sérginho Herval e Kiko o ROUPA NOVA já lançou 22 CDs e 05 DVDs, alcançando a marca de mais de cinco milhões de produtos vendidos. O grupo conta com dezenas de músicas em trilhas de novelas e entre as de maior sucesso estão: Dona (Roque Santeiro), Coração Pirata (Rainha da Sucata), Começo, meio e fim (Felicidade) e Whisky a Go Go (Um sonho à mais). E o público ainda pode esperar novas canções nesse show.

Todos os sorteados vão ganhar um livro autografado pelo Roupa Nova e acesso ao camarim para conhecer a banda

Serviço:
Teatro Bradesco
Rua Turiassú, 2100 / 3º piso – Bourbon Shopping
Dias 30 e 31 de Outubro às 21h30
Informações e vendas ingressorapido.com.br Ajude-nos a manter nosso site

domingo, 28 de setembro de 2014

Peppino di Capri

 

No Hsbc Brasil

Interna

Peppino di Capri, nascido Giuseppe Faiella, é uma autêntica estrela da música italiana. Começou a ter destaque nos anos 60 com interpretações de clássicos napolitanos em versões modernas, como “I Te Vurria Vasa”, “Voce e Notte” e “Luna Caprese”, além dos sucessos “Roberta” e “Champagne”, clássicos até hoje.
Poucos artistas conseguiram conciliar a tradição  da música napolitana com a modernidade do rock´n´roll e do twist (os inesquecíveis tempos de St Tropez,na França  símbolo de uma época, eternizados pelo hit “Let’s Twist Again”, de Chubby Checker) e ainda ter suas músicas cantadas e aplaudidas em todo o mundo.

Peppino Di Capri foi o único intérprete italiano a  subir no mesmo palco que os Beatles, por ocasião de três concertos lendários qure o grupo realizou  em Milão, Gênova e Roma (1968). A Peppino, um dos únicos representantes do rock´n´roll italiano, cabia, na época, a honra de abrir os concertos dos quatro rapazes de Liverpool (John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr) .
São 56 anos de carreira, de sucesso e de tradição da música italiana. Atualmente, Peppino Di Capri, faz diversas apresentações pelo mundo interpretando seu repertório dos anos 60 e 70.

SERVIÇO:
Local: HSBC Brasil
Rua Bragança Paulista, 1281 – Chácara Santo Antonio
25 de Outubro às 22h00
Informações e Vendas: www.hsbcbrasil.com.br / www.ingressorapido.com.br

 

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quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Palavra Cantada

 

No Hsbc Brasil

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Para comemorar seus 20 anos de carreira, a dupla sobe ao palco percorre sua trajetória apresentando as principais canções produzidas ao longo dessas duas décadas, como os hits “Sopa”, “Bolacha de Água e Sal” e “Vem Dançar com a Gente”, além de músicas inéditas.

A turnê marca também o lançamento da coletânea “Palavra Cantada Para Ficar com Você” e um Box de DVDs, com embalagem produzida especialmente para a comemoração, que contém cinco dos principais trabalhos da dupla em DVD (“Canções do Brasil”, “Pé com Pé”, “Vem Dançar com a Gente”, “Brincadeiras Musicais” e o mais recente lançamento, “Pauleco e Sandreca”).

Sandra Peres (voz e piano) e Paulo Tatit (voz, violão e baixo) envolvem os fãs em uma grande festa com muita dança e interação. No palco, ao seu lado, estão os músicos e brincantes Daniel Ayres (baixo e percussão), Julia Pittier (voz e percussão), Michele Abu (bateria) e Wem (guitarra). Paulo Tatit avisa que, além das músicas que já conquistaram os fãs, a dupla levará novidades ao palco: “Vamos apresentar o Pauleco e a Sandreca, que são bonecos manipulados de 80 cm de altura, que participarão de uma cena muito divertida, cantando junto com a gente.” E Sandra complementa: “Tocaremos um instrumento novo chamado Boom Wacker, formado por vários tubos de diferentes tamanhos, que tem um som muito legal. Ele será incorporado em uma música nova, chamada “Coloridos”.

SERVIÇO:
Local: HSBC Brasil
Rua Bragança Paulista, 1281 – Chácara Santo Antonio
12 de Outubro às 18h
Informações e Vendas: www.hsbcbrasil.com.br / www.ingressorapido.com.br

domingo, 14 de setembro de 2014

Michael Bublé

 

Retornando ao Brasil com sua nova turnê mundial, “To Be Loved”

Interna

 

Com quatro Grammys e dez Juno Awards na bagagem, o cantor canadense Michael Bublé chega ao Brasil em setembro com sua nova turnê mundial,  “To Be Loved”. O show do oitavo álbum de estúdio passará pelo Rio de Janeiro, no dia 17 de setembro, na HSBC Arena, e por São Paulo, no dia 19, no Ginásio do Ibirapuera. Bublé retorna ao país após shows esgotados em 2012.
O repertório do show reúne os principais singles do novo álbum do cantor – “It’s A Beautiful Day”, “Close Your Eyes” e “To Love Somebody”, além dos principais hits de sua carreira, como “Haven’t Met You Yet”, “Everything” e o clássico “Home”, que fez parte da trilha sonora da novela América, em 2005. No setlist, ainda podem ser esperados covers de músicas consagradas como “Feeling Good”, de Leslie Bricusse & Anthony Newley, “Cry Me a River”, de Julie London, e “Get Lucky”, da dupla Daft Punk.

“To Be Loved”, trabalho que dá nome à turnê, foi lançado em 2013 e já recebeu Disco de Ouro nos Estados Unidos, Disco de Dupla Platina no Canadá e Disco de Platina no Reino Unido, Nova Zelândia, Alemanha, Hungria e Austrália. O sucesso do álbum “To Be Loved” foi instantâneo e hoje já bateu a marca de mais de três milhões de cópias vendidas pelo mundo.
Uma unanimidade nos vários estilos que domina – do jazz ao pop, dos grandes standards à música romântica e ao soul – Bublé já vendeu mais de 50 milhões de álbuns em todo o mundo, tendo lançado o primeiro projeto, um álbum homônimo, em 2003. Buscando sempre se aprimorar, Bublé garante que seu último trabalho é o melhor de sua carreira: “Acho esse o melhor álbum que eu já fiz… Eu sei que todos os artistas no mundo dizem isso quando um novo álbum está por vir, mas realmente, dessa vez é verdade. Eu juro.”

Serviço:
Ginásio do Ibirapuera
Rua Manoel da Nóbrega, 1361 – Ibirapuera
Data(s): 19, 20 e 21 de setembro de 2014
Horário(s): Sexta às 22h, sábado e domingo às 21h30

sábado, 30 de agosto de 2014

Woody Allen para quem não conhece

woody

Allen é um dos maiores diretores do cinema americano. O diretor sempre consegue introduzir a sua personalidade em seus roteiros, criando quase sempre personagens que remetam a si próprio. O cineasta costuma ser lembrado pelo seu bom humor e sua personalidade depressiva, além das sacadas geniais nos diálogos dos seus filmes.

Aproveitando que o diretor completará 78 anos de idade no domingo, 1 de dezembro, oCinema de Buteco se reuniu para selecionar 10 filmes para recomendarmos para quem ainda não conhece muito do trabalho do magrelo de óculos mais querido do cinema. Estão preparados? Lá vai:


1 – A Rosa Púrpura do Cairo

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Em A Rosa Púrpura do Cairo, Woody Allen conseguiu tanto demonstrar (mais uma vez) seu amor pela sétima arte quanto explorar suas reminiscências de infância como espectador “fugindo” para a tela, através de um argumento insólito e fantástico que somente o próprio cinema poderia viabilizar. O cineasta aborda o ritual cinematográfico como uma relação profunda entre o espectador e o que se passa na tela, supondo uma ilusória e lúdica interatividade com o discurso narrativo, num filme engraçado e tocante.

Ana Andrade


2 – Noivo Neurótico, Noiva Nervosa

Em Noivo Neurótico, Noiva Nervosa, Woody Allen demonstrou ser um cara legal e ao mesmo tempo, ácido. O diretor acaba nos apresentando ao lado B dos relacionamentos. São poucos que tocam nesse assunto de forma tão humana ao apresentar as neuroses que até parecem esquisitas na tela, mas elas existem e estão por toda parte! Com tantos “dedos na ferida”, uma hora ou outra você irá se enquadrar na obra. O filme faz você pensar em si mesmo e analisar os seus erros pessoais, tanto dentro quanto fora dos relacionamentos. Pensar demais, fazer tudo calculado, tentar ficar se descobrindo, ficar revirando o baú… Quando na verdade, você só precisa viver e se arriscar um pouco.

Thais Vieira


3 – Manhattan

A história do longa-metragem está bem próxima do lugar comum dos outros filmes do cineasta: seu personagem principal é um reflexo de sua própria personalidade, uma continuação do que o público já conferiu anteriormente. Por um momento, talvez pela presença de Diane Keaton (que já teve um relacionamento com Allen), pode-se lembrar claramente de Noivo Neurótico, Noiva Nervosa e imaginar as conexões entre os dois filmes. Mas logo fica claro que, apesar das semelhanças, trata-se de um longa diferente. É fácil de reconhecer o estilo de Allen com o humor sarcástico e inteligente, as piadas que surgem na hora certa e nos fazem rir, e principalmente, na tendência de mostrar como a vida do personagem principal é uma tragédia.

Nathália Pandeló


4 – Meia-Noite em Paris

Meia-Noite em Paris é um filme gracioso. A obra é sobre um escritor (Owen Wilson) que descobre uma forma de parar em Paris dos anos 20, e assim tem oportunidade de encontrar seus maiores ídolos. Como na maioria dos trabalhos do diretor, o personagem principal é um alter-ego neurótico do próprio cineasta.

João Golin


5 – Vicky Cristina Barcelona

Como se não bastasse ter Scarlett Johansson como sua musa, Woody Allen incluiu Penélope Cruz e Rebecca Hall para o hárem do sortudo Javier Bardem, que se diverte mais do que uma criança visitando a Disney World pela primeira vez. Tudo isso, e mais o roteiro afiado, é o suficiente para transformar Vicky Cristina Barcelona em um dos trabalhos mais adorados do diretor e muito indicado para aqueles que ainda querem descobrir mais de sua carreira. Só não vá criando muita expectativa achando que todos os filmes são assim (com a sensualidade aflorada), porque não são.

Tullio Dias


6 – Tiros na Broadway

A comédia consegue reunir elementos que remetem à época e ao glamour da máfia italiana, algo que o roteirista e diretor satiriza. O filme é também um retrato bem humorado da indústria do entretenimento, que muitas vezes abre espaço para os desprovidos de talento e é habitada por divas e prima donnas.

Com tantos grandes atores, esta é uma comédia com excelentes interpretações. O destaque vai, é claro, para John Cusack, que fica cômico no papel do dramaturgo. Aos poucos, ele se vê quase que perdendo a cabeça, remetendo à neurose dos típicos personagens de Woody Allen. Wiest está também excelente como a controladora e convencida Helen. Há ainda todo o timing cômico que Jennifer Tilly traz para o longa, conseguindo ser muito competente no papel da superficial Olive, que tenta, mas não consegue ser uma atriz no mínimo decente.

Nathália Pandeló


7 – Hannah e Suas Irmãs

Mais uma daquelas obras primas simples, e no fim das contas belíssimas de Woody Allen, que não falam de nada, a não ser de nós mesmos, dos homens e mulheres que vivem loucos nas cidades (no caso sua amada Nova Iorque), e que, mesmo tendo que se preocupar com trabalho, família, realizações pessoais, e coisas do tipo, querem apenas ser felizes.

É a história de uma família atípica, e, por isto mesmo interessante, cada componente a seu modo: Hannah (Mia Farrow) é uma atriz casada com Elliot (Michel Caine), que por sua vez é apaixonado por sua cunhada Lee (Bárbara Hershey). Lee vive um casamento com Frederick, mas não consegue amá-lo mais como antes, e apenas o admira pela sua capacidade intelectual (em um dos quase monólogos de Frederick sobre a sociedade contemporânea, quando é questionado por Lee sobre a necessidade de tudo aquilo, ele lhe responde: “eu só estou tentando terminar a educação que comecei a te dar a 5 anos atrás!”, com ar de superioridade). A última irmã é Holly (Diane West), ex-viciada em crack e aspirante a atriz que, frustrada com os testes nos quais nunca passa, acaba criando um bufê para festas particulares. Por último temos Mickey (Woody Allen), ex-marido de Hannah. Ele é ateu até que, por ter quase sido diagnosticado com um tumor no cérebro (guardadas as devidas proporções, já que ele é hipocondríaco), descobre que deve haver um sentido para a vida, e que precisa, de alguma forma acreditar em Deus.

João Andrade


8 - Um Misterioso Assassinato em Manhattan

assassinatoWoody Allen teria se inspirado na série policial The Thin Manpara escrever o roteiro de Um Misterioso Assassinato em Manhattan, lançado em 1993. A obra marca a retomada da parceria com sua ex-companheira Diane Keaton, e conta a história de um casal que recebe um casal de idosos para tomar um café. No dia seguinte, a senhora morre após um ataque cardíaco e deixa o marido viúvo. Para a surpresa de todos, o velho não demonstra muita tristeza com a notícia, o que faz com que uma verdadeira teoria da conspiração seja imaginada pela mente criativa de um amigo dramaturgo do casal.

Tullio Dias


9 – Zelig

O argumento de que “todos os filmes de Woody Allen são iguais” não se aplica a Zelig. De fato, muitos dos filmes de Allen têm no personagem principal um ponto em comum, pois se trata de um reflexo da personalidade do próprio roteirista e diretor. No entanto, o cineasta nunca explorou seu alter ego de forma tão inusitada quanto em Zelig.

Sim, Allen é novamente o protagonista. Desta vez, interpreta Leonard Zelig, um “camaleão humano” – homem problemático que, devido ao desejo extremo de aprovação, desenvolve a estranha habilidade de se transformar e se adequar ao tipo de pessoas que o cercam. Em poucos segundos, ele se torna chinês, acima do peso ou um médico. O fenômeno atrai a atenção da mídia e da psiquiatra Eudora Fletcher (Mia Farrow), que se empenha para estudar o enigmático paciente e curá-lo.

Nathália Pandeló


10 – Crimes e Pecados

Crimes e Pecados é fantástico. É um filme que deixa certa sensação estranha no final, pois não se sabe ao certo o que o (sempre genial) diretor Woody Allen quis dizer: há esperança ou apenas uma visão niilista da realidade?

Alternando duas histórias – a do oftalmologista (Judah Rosenthal, vivido por Martin Landau) que se vê num impasse sobre como resolver o caso de adultério no qual se envolveu, e a do diretor de documentários nada reconhecidos (Cliff Stern, de Woody Allen) que se vê obrigado a filmar a vida do egocêntrico cunhado, enquanto se apaixona por uma das produtoras do projeto – Allen consegue falar de culpa, de amor, de religião, num jogo de morde e assopra que só um fã de Bergman conseguiria fazer. Os dois personagens que servem como pilares para a história têm de escolher: um pode se arriscar a ver sua família envolvida em um escândalo, ou pode tirar do caminho sua amante; o outro pode abrir mão do dinheiro que ganharia documentando a vida de uma pessoa que odeia, ou continuar fazendo seus filmes idealistas e nada lucrativos.

João Andrade


Bônus: Match Point

O filme tem uma história perfeita, sempre inclassificável, e com uma questão cuja resposta pode não ser das mais óbvias: “o que é melhor: ser bom, ou ter sorte?”. Essa é a pergunta que o angustiado protagonista Cris Wilton (Jonathan Rhys-Meyers) se faz logo na cena inicial.

Ele tem um passado de sucesso no tênis, mas agora tem que se virar dando aulas a alunos iniciantes. Um desses alunos, Tom (Matthew Goode), se torna seu amigo, e Cris passa a frequentar as altas rodas da sociedade londrina, já que Tom é de uma família bem abastada. Sua irma Chloe (Emily Mortimer) se interessa por Cris, e os dois começam a ter um envolvimento. Até o momento em que Cris conhece Nola. O único problema de Nola é que ela é a Scarlett Johansson!!! E também que ela é noiva de Tom. O que acontece depois já é de se imaginar: Cris fica completamente atraído por Nola (quem não ficaria?!?!?), e a situação se mostra cada vez mais descontrolada. Cris toma atitudes, não muito convencionais, com o objetivo de manter tudo sob controle. Mas pode se arrepender muito delas…

João Andrade



terça-feira, 26 de agosto de 2014

Livraria Cultura

 

Psicanálise e consumo

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Por que consumimos tanto? Que força é esta que ocupa um lugar tão grande em nossas vidas e se multiplica em shoppings e sites? O consumo pode chegar a ser patológico? Como saber se estamos consumindo em nosso próprio interesse ou se somos manipulados pela publicidade? Essas questões farão parte do curso Psicanálise e consumo, com o psicanalista, professor e doutor em psicologia clínica Pedro Ribeiro de Santi.

Esses encontros, que farão parte do Cultura em Curso, na Livraria Cultura do Shopping Iguatemi SP, pretendem propor uma reflexão sobre o consumo da perspectiva da psicanálise clássica e contemporânea. O que assim se revela é como se formam nossos desejos, como buscamos preencher nossos vazios e como o mundo contemporâneo levou o consumo ao extremo, gerando novas formas de experiência.

Garanta já sua participação.

Mais informações:

Psicanálise e consumo

Pedro de Santi

Av. Brigadeiro Faria Lima, 2232
01489-900 - Jardim Paulistano. São Paulo – SP

Tel. (11) 3030-3310

7, 14, 21 e 28 de outubro, terças-feiras, das 20h às 21h30

3 x R$ 194,00

http://www.culturaemcurso.com.br/movimente-suas-ideias/#curso-325

Sala 1 Eva Herz - Cultura em Curso. Livraria Cultura, Shopping Iguatemi SP

Sala 1 Eva Herz – Cultura em Curso. Livraria Cultura, Shopping Iguatemi SP

 

 

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