quinta-feira, 22 de agosto de 2013

BLACK SABBATH

SÃO PAULO, SP

Black Sabbath (Foto: Steve C. Mitchell/Invision/AP)

Sexta,11/10/2013, às 19h00

 

Com Ozzy Osbourne (vocal, na foto), Tony Iommi (guitarra) e Geezer Butler (baixo), o grupo Black Sabbath apresenta-se no show da turnê de um novo disco, o primeiro desde 1978 com três integrantes da banda original. O disco se chama “13” e foi gravado em Los Angeles pelo trio que já vendeu mais de 70 milhões de álbuns ao longo de uma carreira iniciada há 45 anos. Este trabalho, produzido por Rick Rubin, teve participação do baterista Brad Wilk, do Rage Against the Machine, que substituiu Bill Ward, único da formação original que não participou do disco. Ozzy já se apresentou anteriormente no Brasil, divulgando trabalhos de sua carreira solo.

 

INFORMAÇÕES

  • Campo de Marte

    Aeroporto Campo de Marte - Av. Santos Dumont, 1979 - Santana.

  • Ingressos: Tickets For FunR$ 300 a R$ 600

  • 14

    Classificação 14 anos

Jacinta

 

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Uma das intérpretes mais elogiadas de sua geração, Andrea Beltrão, vive, ironicamente, a “pior atriz do mundo” na comédia musical Jacinta, que após temporada de sucesso no Rio de Janeiro, está em cartaz em São Paulo no Sesc Vila Mariana.

Escrita há cerca de dez anos por Newton Moreno (de “Agreste” e “As Centenárias”), a peça ganhou versão musicada pela equipe criativa, que inclui Aderbal Freire-Filho, na direção, e Branco Mello, na composição das músicas.

A história se passa no século 16, quando a portuguesa Jacinta, com uma desastrosa interpretação, mata a sua rainha de desgosto e é exilada para o Brasil. No continente americano, a atriz canta rock, dança funk e até fala em Nelson Rodrigues.

Serviço
Temporada: Até 22 de setembro
Local: Sesc Vila Mariana
End.: Rua Pelotas, 141 – Vila Mariana
Horário: Sexta e sábado, às 21h; domingo, às 18h
Preço: Entre R$ 6,40 e R$ 32,00
Tel.: (11) 5080-3000
Classificação: 12 anos

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Caetano Veloso

 

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Foram os produtores ingleses, no começo dos anos 1970, que convenceram Caetano Veloso a tocar violão em seus discos. Ele mesmo não confiava em sua técnica “sem técnica” de puxar as cordas de náilon ao ponto de perpetuá-la em gravações, mas os gringos argumentaram que aquele jeito era o bonito, o original, o que devia ser. E que, mais do que a mão de qualquer violonista contratado, seu toque daria a sinceridade que aquelas canções tão pessoais e carregadas de autobiografia exigiam. Os álbuns “Caetano Veloso” (1971) e “Transa” (1972) foram os primeiros feitos assim, com o cantor e compositor também ao violão.

Este “Abraçaço” é o tal terceiro disco. O álbum que fecha sua trilogia com a BandaCê. Como os dois primeiros, foi produzido a quatro mãos por Moreno Veloso e Pedro Sá. Mas sua temática acabou por se revelar mais abrangente do que os planos iniciais de Caetano. A batida de seu violão está presente na maior parte das músicas que o compõem, mas essa é apenas umas das conversas do disco. O próprio título, tirado da faixa “Um Abraçaço” – expressão que o cantor usa para finalizar alguns e-mails e sugere, segundo ele, não só um abraço grande, mas um abraço espalhado, abrangente ou múltiplo – confirma essa ideia de conceito alastrado. “Abraçaço” já é, portanto, o pós-tudo do que foram o adolescente “Cê” e o maduro “Zii e Zie”.

 

Serviço:
Local: Espaço das Américas
Endereço: Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda
Data: 24 de agosto às 22h30
Vendas on-line:  https://www.ticket360.com.br/evento/1906/caetano-veloso
Call center Ticket360: (11) 2027-0777

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Atlas

Coldplay compõe trilha sonora de filme

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Os meninos do Coldplay estão prestes a divulgar uma nova música. Intitulada Atlas, a canção será a primeira faixa da trilha de Em Chamas, capítulo dois da série de filmes Jogos Vorazes. E também será a primeira vez que a banda de Chris Martin compõe uma faixa exclusivamente para um filme.

“Tenho um tremendo respeito e admiração pelo Coldplay, e estamos muito felizes com a maneira que eles conectaram os temas e ideias do filme”, declarou o diretor do longa, Francis Lawrence. “A paixão e entusiasmo deles elevou ainda mais a colaboração e mal podemos esperar para compartilhar essa música com o público do mundo inteiro”, completou.

A faixa será disponibilizada para download no iTunes no próximo dia 26, enquanto o filme chega aos cinemas no dia 22 de novembro.

Simple Minds

 

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Jim Kerr, Charlie Burchill, Mel Gaynor, Andy Gillespie e Ged Grimes... Eles são o Simple Minds, e vão estar aqui em São Paulo, dia 8 de outubro para apresentação única no Espaço das Américas!
A turnê dos escoceses, há três anos sem tocar no Brasil, conta com apoio total da Alpha FM, com direito a ingressos para quem participar de mais uma promoção imbatível do seu 101.7 Não deixe de tentar a sorte para não se arrepender!

Grupo de origem escocesa que estourou nos anos 80 com o sucesso Don´t You (Forget about Me), traz para o país sua turnê mundial Celebrate, com sucessos de todas as fases da carreira.
O Simple Minds um dos primeiros grupo a confirmar presença no célebre concerto tributo a Nelson Mandela, realizado no Estádio de Wembley, em julho de 1988. Para esse evento, escreveram especialmente a cançãoMandela Day, incluída no álbum Street Fighting no ano seguinte.

Após a libertação de Mandela, o Simple Minds também se apresentou no Concerto de Liberdade, novamente no Estádio de Wembley, em abril de 1990, e no tributo aos 90 anos de Mandela, no Hyde Park, em 2008.
Nos anos seguintes, o grupo marcou o Top 20 com os singles Let There Be Love, See The Lights, Stand ByLove, She’s A River, Hypnotised e Glitterball, e com os álbuns Real Life (1991), Good News From The Next World(1995), Neapolis (1998) e Black & White 050505 (2005).

Em fevereiro de 2012, o Simple Minds reeditou seus primeiros cinco álbuns como o box X5 e embarcou na turnê Celebrate com um repertório composto por cinco faixas de cada um de seus primeiros álbuns.
“Quando começamos a Simple Minds, nosso objetivo foi ser reconhecida como uma das grandes bandas ao vivo. Uma banda que tinha o desejo de ir por todo o mundo – se apresentando em toda parte e em qualquer lugar “, diz Kerr.

Serviço:
Local: Espaço das Américas
Endereço: Rua Tagipurú, 795 – Barra Funda
Data: 08 de Outubro às 22h30
Censura: 18 anos
Vendas: www.ticket360.com.br e na bilheteria do Espaço das Américas.

*** Promoção válida apenas para Grande São Paulo.

55 anos de Cazuza

 

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No ano em que Cazuza completaria 55 anos, a Chilli Beans faz uma homenagem ao cantor e compositor com coleção temática de óculos e relógios inspirada nos principais momentos de sua carreira.

O lançamento oficial será com uma festa, no sábado dia 17 de agosto, na Flagship Store, da Chilli Beans, com tema do Circo Voador, onde aconteceu o show histórico do Barão Vermelho.

Com curadoria do produtor cultural Heitor Werneck, o evento reunirá artistas de rua, pockets shows e exposição de peças que pertenceram ao Cazuza.
O evento começa a partir das 17h com artistas de circo, pernas de pau, contorcionistas e equilibristas fazendo performance na Rua Oscar Freire, com figurino dos anos 80.

A partir das 18h, começam os shows: set de músicas do Cazuza, com discotecagem da atriz Luciana Vendramini e pocket´s shows de Filipe Catto e Anna Gelinskas. Anna fará uma sessão de jazz, apenas acompanhada de teclado, e Catto cantará músicas de fãs de Cazuza, como Cássia Eller, e também seus ídolos, como The Doors e Rolling Stones.

Entre uma apresentação e outra, uma DJ devidamente caracterizada com o visual “oitentista” tocará hits da década cantados por amigos e antigos parceiros de Cazuza, como Angela Roro.

Na galeria da loja, no mezanino, haverá projeções de imagens de letras e momentos do compositor, além da exposição de roupas, bandanas e bottons, que pertenceram a Cazuza, e inclusive fotos e vídeos inéditos do compositor.

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Os objetos pessoais, alguns nunca antes exibidos ao público, foram emprestados por Xicão, produtor de figurino e amigo do cantor. Já as fotos e vídeos foram cedidos por Marcos Bonisson, que fotografou a capa de “Burguesia”, disco mais icônico de Cazuza.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Rolling Stones

Ainda na ressaca da comemoração do cinquentenário da banda, os Rolling Stones atravessam agora o 51º ano de vida em turnê festejada.

Em comparação com seus shows de 1972, as músicas são quase as mesmas –o grupo não fez muita coisa boa de lá para cá–, mas fora do palco as coisas devem ter mudado.

Aos 70 anos, completados na última sexta-feira, Mick Jagger não deve ter mais fôlego para encarar a maratona de sexo, drogas e rock and roll na qual a turnê americana de 1972 estava inserida.

Ele, Keith Richards e Charlie Watts talvez queiram esquecer a fase de devassidão, mas há um fantasma que não permite enterrar essas memórias: o documentário “Cocksucker Blues”, hoje presente em vendas on-line ilegais.

Dirigido por Robert Frank, o filme sobre os bastidores da excursão foi encomendado pela banda e, posteriormente, proibido por ela.

Em 1977, o diretor ganhou na Justiça o direito de fazer uma exibição pública anual da obra, desde que ele próprio esteja presente. Frank, 88, compareceu em novembro ao MoMA (Museu de Arte Moderna) de Nova York, que incluiu o documentário em um festival. Jagger registrou um protesto oficial contra a exibição.

Durante anos, pessoas levavam câmeras para filmar o que aparecia na tela nessas sessões. Versões assim circulavam no Brasil, no início dos anos 1980, com a chegada das fitas VHS. A qualidade de imagem era sofrível e várias vezes era possível ver na parte de baixo da tela as cabecinhas das pessoas na plateia.

Atualmente essas sessões não são tão concorridas. A cada ano, o avanço da pirataria espalha mais cópias de “Cocksucker Blues”. Para fúria de Jagger, versões com mais qualidade circulam na internet em vídeos compartilhados ou na venda de DVDs “físicos”, com capa e ficha técnica.